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JWB 004 - 10.02.2006

INFORMATIVO SEMANAL DA WORLD BROKERS ENVIADO À IMPRENSA E EMPRESÁRIOS VIA INTERNET 

EXPEDIENTE

Editor: Maurício Coutinho - jornalista responsável MTb 33.886
Fone: 11.9803.9796 - 11.6978.6099 - email: mauricioimprensa@yahoo.com.br

Diretor: José Alarico Rebouças
fone: 11.3107.7790 -
www.worldbrokers.com.br


EDITORIAL___________________________________________________________________________

BRASIL-CHINA: BELO TRABALHO DA CÂMARA JÚNIOR/JCI



José Alarico Rebouças

Junior Chamber Intl.
Brasil China foi a primeira coisa que enxerguei na festa do Ano Novo Chinês, o do cachorro, lá na Rua São Joaquim 460 - 1°. - HAKKA Eventos. Imediatamente lembrei do tempo em que fui presidente da Câmara Júnior de São Paulo, e fizemos um projeto que realizamos, nos tornando Câmaras Juniors irmãs Paris e São Paulo.

Estivemos, franceses e brasileiros, no Palácio dos Bandeirantes, recebidos pelo Governador Laudo Natel e no outro dia com prefeito Eng° José Carlos de Figueiredo Ferraz. Impossível não comparar.

 

Os de agora sem favor algum são melhores. Que desempenho desses Jovens da Câmara Júnior Brasil - China organizando uma festa impecável e só digna de aplausos e admiração. A emoção chegou-me aos olhos quando leram o “CREDO JÚNIOR” que abre todas as reuniões da JCI – Junior Chamber International:

 

Nós acreditamos,

Que a fé em Deus dá sentido e finalidade a vida;

Que a fraternidade entre os homens transcende a

soberania das nações;

Que a justiça econômica pode ser melhor obtida por homens livres, através da livre iniciativa;

Que os governos devem ser de leis que de Homens;

Que o grande tesouro da terra está na personalidade humana;

E servir a humanidade é a melhor obra de uma vida.


ARTIGO_______________________________________________________________________________

EXPORTAÇÕES: NOTÍCIAS OTIMISTAS PARA A ECONOMIA BRASILEIRA 
por Denis Ribeiro

O ano de 2005 encerrou-se com notícias otimistas para a economia brasileira apesar do crescimento do PIB do terceiro trimestre ter sido desalentador, o que projeta um crescimento anual desse indicador ao redor de 2,9%, bastante baixo em relação aos 4,9% de 2004.

Entre essas notícias destacam-se as referentes às exportações e área externa com o Brasil atingindo a meta de US$ 118,3 bilhões exportados com um crescimento de 23,1% sobre o ano anterior, apesar da valorização do Real.

 

Essa valorização ajudou na importação de matérias-primas para drawback e também  cotação de algumas commodities particularmente minerais.

 

Em alimentos industrializados se atingiu a marca de US$ 121 bilhões com crescimento de 18% sob o ano anterior. Além disso, na área de finanças externas o país quitou as dívidas com o FMI e o Clube de Paris, o que permite esperar por um “investment grade” para breve.

 

Estas quitações antecipadas abrem espaços para o Banco Central comprar mais dólares no mercado, refazendo suas reservas e além disso foi aberta a possibilidade aos bancos comerciais de comprar em dólar sem limites operacionais, o que espera-se contribuirá para a valorização do Real até a faixa dos 250 até ao longo do ano, apesar da meta anunciada pelo governo de  US$ 132 bilhões de exportações ao corrente ano.

 

A desvalorização do Real vai significar mais produção, mais emprego, mais massa salarial, mais consumo interno, o que contribuirá para baixa da selic no mercado financeiro.

 

A conjugação de desvalorização do Real e redução da taxa de juros será importante para alavancar o crescimento da economia em 2006, previsto pelo Banco Central em 4% e pelo Ministério da Fazenda 4,9%, o que é uma boa notícia para o país, que mostra densidade econômica, com a economia se descolando da política mesmo em ano eleitoral.

Denis Ribeiro é diretor da ABIA/Associação Braseileira das Indústrias da Alimentação. Contatos: fone: 11.3030.1353 - e-mail: denis@abia.org.br


NOTÍCIAS_______________________________________________________________________________

Vinho e vinagre de mel serão exportados ainda este ano - Os entraves burocráticos que muitas vezes o dono de um pequeno negócio enfrenta quando pensa em exportar é um desestímulo para quem quer alcançar novos mercados. Só que boa parte das tentativas não obtém sucesso também por falta de informação e de preparo do empresário que não conhece o mercado em que pretende investir e nem sabe o caminho das pedras na hora de exportar. É para desatar esse nó e incentivar que cada vez mais pequenas empresas participe da pauta de exportação brasileira que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), está implantando o programa Primeira Exportação, em parceira com o Sebrae, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Correios e governos estaduais. Trata-se de uma ação que incentiva e acompanha todo o passo-a-passo da exportação de uma pequena empresa, disponibilizando consultoria no primeiro ano de participação do empreendimento.

O programa está funcionando em caráter piloto no Estado de Alagoas, onde 16 pequenos negócios foram escolhidos por um comitê gestor. Eles recebem acompanhamento de técnicos especializados em exportação e de alunos da Faculdade de Alagoas do curso de Comércio Exterior. O analista de comércio exterior da Secex, Eduardo Weaver, explica que o trabalho do estudante não é de apenas visitar as empresas duas vezes por mês. A função deles é elaborar um plano de comercialização, com base em pesquisas de pólos de referência dos setores, pesquisa de mercado, alteração no produto de acordo com as exigências de mercado de cada país, marketing internacional, documentação, despacho e aduana. Entre os produtos que serão comercializados para o exterior nessa fase piloto do projeto estão o artesanato, o mel e seus subprodutos, confecção, biscoitos, papel reciclado, móveis e flores tropicais. O vinho e o vinagre feitos à base de mel, da empresa Apícola Fernão Velho, de Maceió (AL), é um exemplo dos primeiros produtos que estão no hall de exportação pelo programa. O empresário Mário Calheiros explica que nunca tinha exportado por sentir dificuldade com a burocracia da documentação exigida. Agora, participando do programa, o empresário quer colocar no mercado externo dois produtos que considera especiais para paladares extremamente exigentes.

"Tanto o vinho quanto o vinagre de mel são produtos bem apurados e muito aceitos no exterior. Conheci essas especialidades em 1997, quando estive no Canadá. Desenvolvi a técnica com uma pitada brasileira e foi um sucesso quando lançamos na Fispal do ano passado, em São Paulo", disse. O vinagre de mel é comercializado em Alagoas, Pernambuco, São Paulo e Espírito Santo. Atualmente a empresa envasa 3 mil garrafas dos dois produtos por mês. O vinagre, vendido em garrafas de 500 ml, custa entre R$ 15 e R$ 17 para o consumidor final. Já o vinho do mel, com um paladar forte, apurado e seco, muito utilizado na preparação de carnes especiais, pode ser encontrado por R$ 12 a R$ 14 a garrafa, também de 500 ml. Sete pessoas trabalham na linha de produção, desde o manuseio do mel até seu manejo para transformá-lo em vinho e vinagre. Mário Calheiros afirma que seus técnicos já estão trabalhando na confecção de um terceiro produto que será lançado este ano. "Este ainda é segredo", brinca. Com a exportação do vinho e do vinagre do mel, o empresário espera utilizar toda sua capacidade produtora que hoje é de cinco mil garrafas de cada produto por mês. Ainda no primeiro semestre, o Programa Primeira Exportação será levado para os estados do Piauí, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná, além do Distrito Federal. Sebrae em Alagoas: 82.3216.1650 - Apícola F.Velho; 82.3314.2672. 

Treinamento multimídia - A Sasazaki, fabricante de portas, janelas e complementos de aço e de alumínio, iniciou o Módulo II do "Conexão Avançada Sasazaki", programa que tem como objetivo estabelecer um novo conceito de relacionamento e apoio às lojas de materiais para construção, por meio de cursos e informações específicas direcionadas às lojas parceiras e seus colaboradores. A intenção principal é oferecer aos profissionais das revendas condições para que possam estar melhor preparados para atender seus clientes e vender mais. As técnicas e dinâmicas de vendas são o enfoque principal do segundo módulo. As aulas continuarão com duração média de uma hora e meia e terão dinâmicas de grupo.

O programa conta com duas carretas multimídia de 17 metros de comprimento, que percorrem cidades em todo o Brasil e atendem lojistas parceiros da Sasazaki nos próprios locais de trabalho, facilitando o acesso de profissionais que nem sempre têm disponibilidade de participar de cursos de aperfeiçoamento. A estrutura das carretas foi projetada especialmente para ser transformada em sala de aula, que comporta até 30 alunos confortavelmente. Sasazaki Indústria e Comércio - Telemarketing: 0800 179922- www.sasazaki.com.br

Exportações para o mercado norte-americano - A Fispal - Agência Internacional Privada de Desenvolvimento do Mercado de Alimentos – promove dia 09 de março, em Sorocaba (SP), mais uma etapa do Road Show Fispal Latino. Trata-se de um evento itinerante que tem como objetivo mostrar para as empresas brasileiras fabricantes de alimentos e bebidas o potencial comprador do mercado norte-americano. O Road Show Fispal Latino vem percorrendo cidades estrategicamente eleitas no interior paulista, que apresentam capacidade para atender a demanda reprimida por alimentos com sabor latino hoje existente nos Estados Unidos. O evento, aberto no dia 24 de janeiro, em Marília, aconteceu também nas cidades de Ribeirão Preto (01/02), Campinas (07/02), Piracicaba (08/02), Santo André (16/02), São José do Rio Preto (22/02) e será realizado em Sorocaba (09/03).

O Road Show Fispal Latino é uma das ações que integram o programa itinerante Road Show, formado por palestras e seminários, visando levar conhecimento, informações, experiências e tendências aos profissionais do mercado alimentício. Para 2006, além dos seminários para o setor food service (Fispal Food Service Road Show), iniciados no ano passado, serão focados os temas embalagem e exportação. Durante a realização de cada Road Show a Fispal gera oportunidades de negócios, traça panoramas do mercado e promove contatos entre os profissionais participantes. A população de origem latina residente nos Estados Unidos possui um poder de compra de cerca de US$ 686 bilhões, conforme registrado em 2004, dos quais, cerca de US$ 60 bilhões são gastos com alimentos e bebidas, representando um excelente mercado de consumo para produtos étnicos, com apelo latino. Os dados do Selig Center for Economic Growth, da Universidade da Geórgia, revelam ainda que, deste total, apenas cerca de US$ 3 bilhões são gastos em alimentos latinos, pois os consumidores não encontram esses produtos nas gôndolas dos supermercados e nos restaurantes. "Existe uma demanda reprimida por alimentos com sabor latino nos Estados Unidos, configurando uma oportunidade que não pode mais ser desperdiçada pelos produtores latino-americanos. É preciso conscientizar as empresas brasileiras sobre o potencial deste mercado", destaca Flávio Corrêa. Há espaço para praticamente todos os produtos no maior mercado comprador do mundo. Frutas tropicais, café, castanhas e doce de leite são exemplos de alimentos muito apreciados entre os norte-americanos.

Desta forma, a participação em feiras é um dos caminhos para se aproximar deste comprador e conhecer o potencial deste mercado. A Fispal espera levar cerca de 500 expositores para a segunda edição da Fispal Latino. O evento será realizado entre os dias 10 e 12 de maio, no Miami Beach Convention Center, em Miami Beach, na Flórida (EUA), estado por onde entram 90% das exportações brasileiras para aquele país. Principal feira de produtos latinos realizada no mercado norte-americano, a Fispal Latino - 2ª Feira da Alimentação Latina nos Estados Unidos da América - é um evento internacional que tem como objetivo suprir a demanda por alimentos de sabor latino, cada vez maior no mercado norte-americano. Além da área de exposição, a feira também contempla a realização de fóruns com foco comercial, político e social, ratificando o interesse dos produtores latino-americanos em atravessar as fronteiras para atingir este exigente mercado. Como agência de desenvolvimento, a Fispal é parceira do setor na promoção das exportações de alimentos produzidos e industrializados no Brasil. Por isso, vem promovendo em suas feiras realizadas no País a vinda de compradores internacionais para participarem de encontros de negócios, como o Fispal Pró-Export, realizado na última edição da Fispal Nordeste, em novembro passado.

Representantes de grandes grupos norte-americanos de distribuição que atendem o mercado de food service - a alimentação fora do lar -, Juan Ricardo Escobar, gerente da Latin Food Concepts, Joe Marquez, vice-presidente executivo da Velocity Products Inc., e Robert McCoy, consultor da Jewel e da Dominicks, trataram de viabilizar negócios na região Nordeste e de mostrar as expectativas dos compradores norte-americanos. Conhecida pelas feiras direcionadas ao setor de alimentação, que realiza há 22 anos, a Fispal passou por ampla reformulação nos últimos tempos, transformando-se em uma agência internacional privada para o desenvolvimento do mercado de alimentos. Assim, já é considerada uma referência no setor, participando e influindo na evolução de toda a cadeia de suprimentos dessa área. Conceitos como globalização e capacitação tecnológica, hoje tão difundidos, foram inseridos desde a primeira feira, criada em maio de 1984. Além da realização de feiras no Brasil e no exterior, com foco nos Estados Unidos e na América Latina, a Fispal atua também na capacitação e desenvolvimento profissional, combinando ações que agregam treinamento, fóruns, conferências, estímulo ao desenvolvimento de equipamentos e embalagens, ao lado do intercâmbio de negócios e parcerias, difusão de informação e conhecimento no portal (www.fispal.com) e em publicações dirigidas especificamente ao seu público. São tradicionais na empresa as feiras Fispal Alimentos - hoje Fispal Food Service - e a Fispal Tecnologia, ambas realizadas em São Paulo, além da Fispal Nordeste, que caminha para a quarta edição, e a Fispal Latino, lançada em maio de 2005, em Miami, nos Estados Unidos. O grupo empresarial liderado por Ricardo Santos Neto opera também em outros segmentos da economia, por intermédio da Krest International, que atua nas áreas de petróleo, química fina e manutenção industrial.

Serviço: Sorocaba - Data : 09/03/2006 - Local : Ciesp - Centro das Indústrias do Estado de São Paulo
Av. Engenheiro Carlos Reinaldo Mandes, 3.260 – Sorocaba (SP)
Confirmações: fone: 15. 4009-2900 - E-mail
ciesp@ciespsorocaba.com.br / rrodrigues@ciespsorocaba.com.br


MENSAGEM_____________________________________________________________________________

"Viver e não ter a vergonha de ser feliz. Cantar, cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz" - Gonzaguinha


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