Home        A Empresa         Serviços         Orçamento         Contate-nos         Notícias




 
 
 
 
 
   
.


JWB 001 - 01.01.2006

INFORMATIVO SEMANAL DA WORLD BROKERS ENVIADO À IMPRENSA E EMPRESÁRIOS VIA INTERNET 

EXPEDIENTE

Editor: Maurício Coutinho - jornalista responsável MTb 33.886
Fone: 11.9803.9796 - 11.6978.6099 - email: mauricioimprensa@yahoo.com.br

Diretor: José Alarico Rebouças
fone: 11.3107.7790 - www.worldbrokers.com.br

EDITORIAL___________________________________________________________________________


Desta vez, a World Brokers, sempre a frente nas ações de Comércio Exterior, vem a público com seu Jornal eletrônico que se alterna semanalmente com artigos e comentários da área, arejando com atividades atinentes a todos nós, cultura, cidadania e lazer.
O câmbio deprimido, ou a valorização do Real diante do Dólar dos Estados Unidos, tem causado muitas dificuldades nas exportações brasileiras. O ex-ministro Mário Simonsen teria dito: A inflação preocupa, mas o câmbio mata. As empresas brasileiras em sua maioria, considerando-se o tecido de médias, pequenas e até grandes não têm vocação para a exportação. O que têm, são vendas deprimidas porque, o mercado brasileiro se reduziu diante da capacidade instalada das empresas. A permanecer este quadro algumas companhias já estudam a possibilidade de se instalarem no México ou no Paraguai, o que aumentará o desemprego.

ARTIGO_______________________________________________________________________________

COMO AS EMPRESAS SE DEFENDERÃO
DO DOLAR BAIXO, IMPOSTOS ALTOS E JUROS IDEM!
por José Alarico Rebouças

Todos estamos assistindo funcionários já desempregados do segmento de produção de calçados, fazendo manifestações no Rio Grande do Sul. Outros ramos de produção estão também preocupados e estudam alternativas diante da possibilidade cada vez mais aparente de terem que fechar as suas portas. Se isso acontecer será enterrado um número muito grande de bens de capital, aumentando ainda mais o desemprego.Como isso aconteceu? A empresa brasileira na grande maioria das pequenas, médias e as grandes, não tem vocação para a exportação. No passado quando Antonio Delfim Neto era ministro e o lema instituído para motivar as empresas era: "Exportar é a solução" as empresas tinham o crédito prêmio. As empresas podiam até comprar equipamentos com a troca de créditos que considerava o valor correspondente de IPI e ICM, calculado sobre cada exportação, além é claro de abater as suas dívidas com a Receita Federal quanto ao IPI e a estadual quanto ao ICM. (naquela época era ICM e não ICMS).

Depois esse crédito deixou de existir. Ainda há advogados pleiteando esses benefícios para os seus Clientes, valendo-se do argumento, segundo eles, de que ainda há brechas na lei. Passado o crédito prêmio e seus efeitos, as empresas começaram a exportar quando o preço de venda era favorável lá fora e a cancelar suas exportações quando o preço no Brasil era melhor. Agora a situação é diferente. Vivemos mais uma crise econômica. Nossa economia cresce em função dos resultados da exportação. As empresas têm as suas vendas internas muito deprimidas. Sobram excedentes de produção, ou ainda capacidade ociosa. É preciso exportar. O empresário brasileiro está diante de desafios muito grandes. De um lado, uma carga tributária a mais alta do planeta. De outro os juros estão nas alturas o que dificulta capital de giro e a compra de bens de capital como forma de aumentar a produtividade e reduzir os custos de produção para ter produtos mais baratos. De outro lado, os salários carregam uma série de encargos sociais.

O Real está muito valorizado em função ao Dólar dos Estados Unidos. O Banco Central do Brasil tem como meta a inflação. O Real valorizado permite importações a preços mais baixos o que está provocando até deflação nos preços, impedindo que se recuperem os ganhos das empresas. Os juros altos atraem os Previ´s da vida. Os fundos de pensão das velhinhas de Londres, e de outros lugares, e outros investidores tem privilegiado o Brasil. O risco Brasil tem diminuído, os juros externos são muito mais baixos do que os daqui e por isso também, temos uma grande entrada de dólares. Os investidores recebem mais pelos dólares investidos entre nós. As exportações nossas também contribuem para esse quadro perverso.

Mário Henrique Simonsen disse certa vez: A inflação preocupa, mas o câmbio mata! Se ele não disse isso, então eu digo! O empresariado brasileiro está numa sinuca de bico.Estão no dilema de verem perder tudo que construíram com anos e anos de trabalho e de noites mal dormidas. O Brasil com todo o respeito por estar "deitado eternamente em berço esplendido", pegou no sono! Alguns já estudam a possibilidade de irem para o México, outros para o Paraguai e outros já foram.O espetáculo de crescimento, está indo embora com os empregos.

José Alarico Rebouças é diretor da World Brokers International e Diretor 1°Vice Superintendente da Associação Comercial de São Paulo - Distrital Centro


NOTÍCIAS_______________________________________________________________________________

China aumenta importação de minérios - A importação chinesa de minério de ferro subiu 32,9% de janeiro a agosto, para 175,9 milhões de toneladas. Já as importações de produtos de aço tiveram queda, enquanto as exportações desses produtos quase dobraram. As vendas brasileiras de minério de ferro para a China, concentradas praticamente na Companhia Vale do Rio Doce (CRVD), subiram 22,1% no acumulado do ano, somando 33,5 milhões de toneladas. Somente em agosto foram vendidas 3,9 milhões. A Austrália lidera as vendas ao país com 72,4 milhões de toneladas, alta de 51%. As importações de produtos de aço caíram 21% de janeiro a agosto, para 17,5 milhões de toneladas. Já as exportações subiram 97,2%, para 14,4 milhões de toneladas, no mesmo período. (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 2)(Reuters)

Cidadania: Tirar documentos pelo cartório eletrônico - Agora quem necessitar de uma cópia da certidão de nascimento ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila, pois já existe o cartório eletrônico. Nele, a pessoa pode resolver essas e outras burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbito, de imóveis e protestos também podem ser solicitados via Internet. Para pagar, é preciso imprimir um boleto bancário, sendo que o documento é enviado por Sedex. Anote: www.cartorio24horas.com.br

Honda desenvolve tecnologia de segurança - A Honda anunciou o desenvolvimento de um conjunto de tecnologias avançadas de segurança para veículos denominados ASV-3 (Advanced Safety Vehicles), que permite que eles se comuniquem entre si por meio do sistema Inter-Vehicle Communication. Os estudos vêm sendo realizados desde abril de 2001 e conduzidos em parceria com o Ministério do Interior, Infra-Estrutura e Transporte do Japão. Os automóveis e motocicletas Honda ASV-3 detêm câmeras e radares que informam os condutores sobre a presença de veículos se aproximando ou obstáculos na pista. Há ainda assistentes de direção e freio, além de um dispositivo emergencial desenvolvido para ajudar no resgate em caso de acidentes. Além da tecnologia de reconhecimento de imagem utilizada para analisar dados capturados pelas câmeras a bordo e radares que detectam obstáculos na estrada, os veículos ASV-3 se comunicam para saber qual a distância entre o veículo, motocicleta e o pedestre. Isso representa um importante recurso em situações onde câmeras e radares sozinhos podem ser insuficientes para processar todas as informações.

Importados poderão seguir normas exigidas para similares nacionais - Produtos importados poderão ser obrigados a obedecer os mesmos requisitos de segurança e qualidade exigidos dos similares nacionais, conforme Projeto de Lei 717/2003 apresentado pelo deputado federal Mendes Thame (PSDB-SP) . Aprovado por três comissões: Defesa do Consumidor; Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e Constituição e Justiça e de Cidadania, o projeto agora aguarda inclusão na pauta de votações do plenário da Câmara dos Deputados. "Nosso objetivo é preservar a qualidade dos produtos, em respeito ao consumidor nacional, mas também evitar uma concorrência predatória e selvagem com a invasão de mercadorias estrangeiras sem os padrões técnicos minimamente aceitáveis", justificou o autor.

Atualmente, o Brasil é um dos poucos países no mundo que não têm uma legislação regulamentando o assunto. O projeto determina que a importação passará a obedecer ao regime de licenciamento não-automático, com o objetivo de assegurar que os bens importados atendam aos mesmos requisitos de segurança e qualidade exigidos dos produtos nacionais. A verificação do cumprimento das exigências da regulamentação, inclusive da inspeção do produto, será coordenada pela Secretaria da Receita Federal, na presença do importador. Pelo projeto, o produto importado apreendido por não estar em conformidade com a Regulamentação Técnica Federal será armazenado, por prazo determinado, às custas do importador, para que promova a adequação ou providencie sua exportação. Esgotado o prazo, o produto será destruído. O importador que apresentar documentação ou declaração falsas relativas à avaliação estará sujeito a multa de até 500% sobre o valor global da importação irregular.

Kasinski investe US$ 1 milhão na fábrica - Visando expandir seus negócios, a Kasinski, empresa automobilística produtora de motocicletas, motonetas e ciclomotores, está investindo R$ 1 milhão em novas instalações em Manaus e em equipamentos para produzir modelos com maior grau tecnológico. Para aumentar seu market share, também está ampliando sua rede de revendedores pelo país, esperando aumentar suas vendas em 70% em 2006. "Somos novos nesse segmento e ainda temos muito espaço para crescer. Para ampliar as vendas, criamos uma agressiva estratégia de distribuição. Neste ano, já inauguramos cinco revendas exclusivas e pretendemos inaugurar mais sete até o final de dezembro", afirma Roberto Longo, diretor comercial da Kasinski. A empresa possui uma linha de produtos nacionalizados com vários modelos de motocicletas, todas com freio a disco e partida elétrica, além de ampla rede de distribuição e forte estrutura física, englobando a fábrica no Pólo Industrial de Manaus. Em São Paulo, estão o pós-vendas (assistência técnica, garantia e peças de reposição), o CNK/Consórcio Nacional Kasinski, o show room e o centro administrativo/financeiro e comercial.

Qualidade: FNQ anuncia vencedores - O presidente do Conselho Curador da FNQ/Fundação Nacional da Qualidade, Pedro Passos anunciou as empresas vencedoras e finalistas do ciclo 2005 do 14° Prêmio Nacional da Qualidade. Na categoria empresas de grande porte, foram reconhecidas as organizações: Serasa, CPFL/Companhia Paulista de Força e Luz e Petroquímica União. A Suzano Petroquímica foi reconhecida na categoria médio porte. A única empresa finalista do ciclo 2005 foi a Albras/Alumínio Brasileiro. O prêmio é o maior reconhecimento a excelência na gestão das organizações sediadas no Brasil. A FNQ, entidade privada e sem fins lucrativos, foi fundada em outubro/91 por 39 organizações, privadas e públicas, para administrar o Prêmio Nacional da Qualidade.

MENSAGEM_____________________________________________________________________________

"Não basta ter boas idéias, é necessário implantá-las e implementá-las com competência". - César Romão - www.cesarromao.com.br


Novidades e Notcias:
27/2/2006JWB 006 - 24.02.2006
27/2/2006JWB 005 - 17.02.2006
27/2/2006JWB 004 - 10.02.2006
7/1/2006JWB 003 - 05.01.2006
6/1/2006JWB 002 - 03.01.2006
28/10/2005JWB 001 - 01.01.2006

 
 
 
 

Av. Nove de Julho, 225 - cj 142 (14º andar) - Bela Vista - SP - CEP 01313-000 (55-11) 3107-7790

 
 

by T4W
® copyright 2005